Somos Anjos e Mestres!
Todos nós sabemos alguma coisa que alguém, em algum lugar, precisa aprender e, por vezes, nós mesmos recordarmos.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

"Abismo do Silêncio"!



Entre pais e filhos não há maior abismo que o silêncio.
O silêncio da indiferença, do esquecimento, da mágoa...
Silêncios que tem início na infância, talvez até antes do nascimento, quando os pais não consideram que ali, no ventre da mãe, já existe um ser.
Embora aquele novo corpo físico ainda esteja em elaboração, ligado a ele, desde a concepção, já está o Espírito reencarnante.
Assim, toda vida psíquica e comportamental da mãe, e também do pai, terá muita influência sobre o feto.
A alma que regressa não está consciente, mas sente se é querida ou não, se há equilíbrio no lar ou não, se realmente terá um lar ou não...
Desta forma, é importante conversar, desde esses primeiros momentos, com o bebê que irá nascer.
Dizer a ele que é amado; que os pais irão preparar um lar onde reinará o carinho, a compreensão; que estão cientes da missão que estão recebendo e vão se esforçar para serem bem sucedidos.
Os carinhos na barriga, os beijos suaves, as canções de ninar jamais serão esquecidos pelo Espírito, que cada dia se sentirá mais seguro em voltar ao palco terrestre.
Os estímulos que podemos produzir por vezes são tão fortes, que presenciaremos vários casos em que há resposta.
O bebê se mexe, chuta, dá cambalhotas, como se quisesse dizer alguma coisa.
Estudos mostram que, depois de nascida, a criança reconhece sons, música e vozes ouvidos no período da gestação.
Assim, podemos entender que no útero materno não há silêncio, há vida.
Vida que começou na concepção, e talvez até antes, se considerarmos o planejamento reencarnatório, o encontro com os futuros pais no mundo espiritual, os planos, os sonhos...
Não há espaço para o silêncio na família.
O hábito do diálogo, o hábito de se envolver com a vida do outro, da empatia, começa na gestação.
Os pais podem iniciar o processo educacional do seu filho ainda no ventre, de modo desajustado ou feliz, pelos tipos e vida íntima que escolham.
Pelos hábitos sociais e alimentares que adotem, enfim, pelas descargas de vida ou de morte que façam incidir sobre o seu filhinho.
Conscientes da missão grandiosa que estão recebendo do Criador, os bons pais aproveitarão o período da gestação para darem boas-vindas ao Espírito que volta.
Sendo um amor do passado, um opositor ou mesmo um estranho naquele núcleo, merece receber os cuidados necessários para que tenha em sua nova vida, todos os recursos para crescer.
Em sua bagagem vêm muitos planos, muitas dificuldades, mas certamente a vontade de vencer, de acertar e de amar.
Procura amigos que o acolham, que o apóiem em seu novo tentame, e que estejam sempre presentes em sua vida.
É isso que nos faz filhos e depois pais, que nos une em família, e que propicia que aprendamos a amar, primeiro poucos, para depois amarmos toda a Humanidade.
No amor, não há lugar para o silêncio...

Autor Desconhecido

quarta-feira, 10 de abril de 2013

"Nossa Luta é Incerta"!


A metralhadora giratória da desigualdade social assola várias nações no planeta todo. Fome, miséria, desemprego, guerras, conflitos e um sentimento espiritual e real de derrota da raça humana enraizado na alma. Parece que fomos designados para sofrer. Nosso planeta está sendo depredado e mal utilizado em todos os sentidos. Os humanos não se entendem, a exploração é generalizada e a ganância permeia o saco de maldades de uma classe capitalista parasitária e destruidora.
Nossas possibilidades de resistência estão se esgotando com o tempo. Com uma população de mais de 7 bilhões de habitantes, os espaços estão cada vez menores e as disputas estão mais ferozes do que nunca. O diálogo praticamente não existe mais em alguns lugares e instituições. Segue-se a ideologia liberal ou neoliberal de forma cega e arrogante. Todos nós estamos ficando acuados e sem poder de ação substantiva e eficaz. Apesar da Primavera Árabe nos mostrar seu exemplo de luta pela liberdade, nesta mesma região as distorções e exclusão social são gigantescas. Terão tempo de superar tudo isso?
As nações mais ricas vem aumentando os seus gastos com armamentos e segurança como nunca fizeram desde o final da Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria
Uma nova "Paz Armada" está no ar. O terrorismo foi escolhido para substituir o perigo comunista. Depois do famigerado e mentiroso 11 de setembro de 2001 nos EUA, a história do início do século XXI iniciou-se. Todas as ações são justificadas porque os americanos estão se vingando dos tais terroristas. Que justificativa é essa afinal? Sadam Hussein e Osama Bin Laden foram capturados e executados (sobre o último temos dúvidas, cadê o corpo de Bin Bin?). Iraque e Afeganistão continuam sob o domínio norte-americano e europeu até hoje.
Algo está errado nesta história toda. As desgraças dos pobres do mundo são o mal menor, a preocupação da Nova Ordem Mundial é a eliminação de qualquer tipo de questionamento ou resistência, seja ela intelectual, econômica, política, cultural ou militar. O bolso das nações trilhonárias está se fechando aos miseráveis do continente africano, nação essa que foi saqueada pelo imperialismo dos séculos XIX e XX. França, Inglaterra, Bélgica, Alemanha e outros, estão mais preocupados com suas pátrias do que com a dor e sofrimento dos excluídos do planeta Terra. Os novos e gigantes China e Índia terão espaço neste neo-imperialismo do século XXI? A pobreza e a fome em seus países é gigante também. Liberdade de expressão e democracia estão caminhando como tartarugas nestes países. Será que haverá espaço para eles no mundo? Buscando e expandindo eles estão. É só dar uma olhada no comércio mundial e suas trocas. No entanto, tem uma parcela de países que não vê com bom olhos todo este crescimento. A disputa está lançada. Quem vencerá?
Mas o grande foco ainda são os EUA. Depois da crise econômica de 2008, muita coisa mudou no receituário liberal americano para eles internamente e para o mundo. No entanto, a economia americana não anda bem das pernas até hoje. Sabendo que o grande objetivo é a destruição do dólar e a criação de uma nova moeda mundial, com um exército mundial, com leis mundiais, com um governo mundial, o controle absoluto está em marcha constante, cada vez mais rápido e escandalosamente anti-democrático e autoritário. Algo necessita ser feito contra tudo isso. Escravos do sistema nós já somos. Bens materiais eles já tem de sobra, o que sobra é o poder. Poder este que vem sendo executado e ampliado em uma escala nunca vista antes na história da humanidade.
Os nazistas ficariam com inveja. Aliás, eles também não são uma espécie de nazistas também? Hitler para a Nova Ordem Mundial não é considerado uma coisa negativa, pelo contrário, é o seu guia mestre, sua inspiração constante, sua leitura e lembrança diária de que o poder global é possível e será feito se não houver uma resistência radical no mesmo nível. Alguém se prontifica a destruir eles?
Os modelos de organização político, econômico e social que temos estão superados. Os Estados socialistas foram derrotados e nos sobrou o modelo de Estado capitalista. Se na extinta União Soviética as coisas não eram muito interessantes para a maioria da população, imaginem vocês hoje então. Façam as comparações possíveis. Torturas, assassinatos, polícia política, opressão, autoritarismo e totalitarismo, ditadura pessoal, culto aos líderes, centralização política, existência de um único partido político, gastos militares em progressivo aumento, corrida armamentista e etc, tudo característica da U.R.S.S. do século XX. Os EUA são muito diferentes disso? Sabemos que não, até porque o desenvolvimento e a evolução da mídia e do marketing camuflou e camufla as comparações que possam ser feitas aqui.
Vejam vocês, no território do Tio Sam, o país é governado somente por dois partidos, que na verdade são um só. Isso mesmo, democratas e republicanos não apresentam mais as diferenças que tinham no passado, pelo contrário, estão unidos em prol da defesa deles mesmos enquanto elite econômica e militar.
Eles representam hoje o novo tipo de imperialismo imposto ao mundo, seja através do poder econômico, político e principalmente militar. Os americanos gastam trilhões de dólares por ano em armamentos e pesquisas neste setor. Seja Bush ou Obama a história é a mesma. As corporações por trás do Estado se sentem totalmente representadas.
O novo modelo de Estado que temos hoje é o das corporações. O Estado não é independente, logo, a democracia e a liberdade estão sendo suprimidas. Após os atentandos de 2001 várias leis foram feitas e aprovadas para justamente roubar o restante de liberdade que os americanos tinham, imaginem no mundo. Ou seja, nem soviéticos e muito menos americanos conseguiram acabar com a fome e miséria do mundo. As desigualdades estão em plena marcha acelerada. Nossa luta não é somente em ser socialista, capitalista ou libertário. Nossa luta é em saber se existe espaço ou brechas neste sistema para podermos sobreviver. A queda do socialismo no mundo não representou melhoria na vida das pessoas. O fim do capitalismo será a nova aurora com verdadeira democracia, justiça, distribuição de renda e liberdade? Temos certeza de que derrotando o capitalismo poderemos propor algo diferente e novo? Ou só trocaremos as bandeiras, suas cores, os nomes das instituições e tudo será o mesmo de novo? As dúvidas são enormes, as respostas também. Que venha o novo, mas antes, teremos que escolher nosso verdadeiro inimigo e derrotá-lo, do contrário, nada terá efeito.
Liberdade, Igualdade e Fraternidade outra vez. Precisamos, mas sobre as caveiras dos mortos traidores. Não haverá transições pacíficas. Guerras e mortes ocorrerão, isto é fato e inevitável.
Os donos do capital não querem conversa ou negociação, querem manter seus lucros e ampliar seus poderes cada vez mais. Estamos ficando sem alternativa.

  Profº José Eduardo Brondi

terça-feira, 9 de abril de 2013

"Ser Livre"...


Não duvide do valor da vida, da paz, do amor, do prazer de viver, em fim, de tudo que faz a vida florescer. Mas duvide de tudo que a compromete. Duvide do controle que a miséria, ansiedade, egoísmo, intolerância e irritabilidade exercem sobre você.
Quando somos abandonados pelo mundo, a solidão é superável... Quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável.
Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.
Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã...
Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama... É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo. É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção...
Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existência e desvendar seus mistérios.
Se seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil.
Os sonhos regam a existência com sentido.
Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la.
Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.
Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo...
Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la.
Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência.
Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina.
Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas.
Seja um debatedor de idéias... Lute pelo que você ama.

 Augusto Cury

segunda-feira, 8 de abril de 2013

"Aprendendo a Desaprender"...


Passamos a vida inteira ouvindo os sábios conselhos dos outros. Tens que aprender a ser mais flexível, tens que aprender a ser menos dramática, tens que aprender a ser mais discreta, tens que aprender praticamente tudo!
Mesmo as coisas que a gente já sabe fazer, é preciso aprender a fazê-las melhor, mais rápido, mais vezes. Vida é constante aprendizado. A gente lê, a gente conversa, a gente faz terapia, a gente se puxa pra tirar nota dez no quesito "sabe-tudo". Pois é...
E o que a gente faz com aquilo que a gente pensava que sabia?
As crianças têm facilidade para aprender porque estão com a cabeça virgem de informações, há muito espaço para ser preenchido, muitos dados a serem assimilados sem a necessidade de cruzá-los: tudo é bem-vindo na infância. Mas nós já temos arquivos demais no nosso winchester cerebral.
Para aprender coisas novas, é preciso antes deletar arquivos antigos. E isso não se faz com o simples apertar de uma tecla. Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho...
Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros.
Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado...
Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz...
Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente...
A solução é voltar ao marco zero...
Desaprender para aprender... Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.

  Martha Medeiros


domingo, 7 de abril de 2013

"As Atitudes...Tudo ou Nada"!


Percebo que as pessoas que decidem transformar sua vida desenvolvem um tipo especial de atitude.
Elas se empenham em cada ação como se a vida inteira dependesse desse esforço.
Elas vêem a construção do futuro como a única forma de viver como fazem os oficiais com seus soldados em situações desfavoráveis de batalha.
Em outras palavras, decidem queimar as pontes que permitem retroceder.
Nessas decisões radicais, é importante assumir, também, um comportamento radical.
Nos grupos de Alcoólicos Anônimos fala-se muito sobre o perigo de tomar um único copo de bebida, pois a decisão de parar de beber tem que vir acompanhada de uma atitude do tipo tudo ou nada.
Uma pessoa dependente dos pais que resolve morar sozinha não pode mais chegar atrasada ao emprego porque perdeu a hora.
Terá, pelo menos, de comprar um despertador eficaz porque não haverá ninguém para acordá-la toda manhã.
Um empresário que está à beira da falência não pode continuar gastando sem nenhum controle.
A decisão de partir para o tudo ou nada é somente o primeiro passo.
Depois da decisão, precisa haver atitude.
Há pessoas que se casam, mas querem levar a vida de solteiras.
Resultado... O casamento fracassa.
Há pessoas que decidem ter filho, mas querem continuar a viver como se os filhos não existissem.
Resultado... Teremos crianças órfãs de pais vivos.
Lembre-se, há dois tipos de atitudes: as atitudes tudo ou nada e as atitudes mais ou menos.
Uma atitude mais ou menos sempre leva a um resultado medíocre.
É importante entender com toda clareza que, durante um processo de transformação radical, a atitude de fazer um pouco de cada vez nos trará resultados muito parecidos aos que teríamos se não fizéssemos nada.
Quem quer fazer uma revolução na vida precisa tomar uma atitude radical.
E, quando se toma uma decisão radical, é preciso continuar caminhando pela estrada que escolhemos com comprometimento, determinação e fé.
Nossas atitudes devem ter a mesma intensidade das decisões que tomamos.
Uma atitude tudo ou nada é mergulhar em um novo amor como se sua respiração dependesse da respiração do seu companheiro.
É sair da casa dos pais e cuidar de suas responsabilidades como se houvesse apenas você no mundo para pagar suas contas.
É aprender uma nova profissão como se sua vida dependesse dessa empreitada.
É abraçar o novo emprego como se essa fosse a última oportunidade de sua vida.
Porque é preciso correr atrás de nossos objetivos com a determinação de um faminto que anseia por um prato de comida. Buscar a água como um homem perdido no deserto.
Dançar a música da vida como se seu corpo e sua alma fossem os instrumentos dessa música!
Afinal, se você romper as grades da gaiola, mas não bater as asas para valer, jamais poderá voar de verdade!

 Roberto Shinyashiki

sábado, 6 de abril de 2013

"O Verdadeiro Amor"!!!


Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa.
Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.
Disse-me que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer bastante avançado.
Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não se alarmaria pelo fato de ele estar chegando mais tarde.
 - Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece.
Estranhando, lhe perguntei:
 - Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?
 Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão, disse :
 - É. Ela não sabe quem eu sou, mas eu contudo sei muito bem quem é ela.
 Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei:
 Essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.
 O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico.
 O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é...
Do que foi... Do que será... Do que já não é..."


Autor desconhecido

sexta-feira, 5 de abril de 2013

"Reflexos do Pensamento"...


Quando olhamos no espelho, vemos mais do que nossos simples reflexos, mais do que meras contemplações.
Enxergamos diversos "Eus" — os que fomos e aqueles que nunca chegamos a ser...
Há cicatrizes, marcas de feridas mal curadas; há, também, além do nossos "Eus", pessoas que tocaram nossa alma.
Enquanto nos olhamos, pensamentos voam... Pairam sombras das sombras...
Existem os mistérios da mente, os mistérios do coração e, raramente, os motivos da razão.
Deparamo-nos com o reflexo do nosso corpo. e os das nossas ações, da nossa alma...
Muitas vezes, a vida é como o reflexo do espelho: ela nos mostra tudo ao contrário.
E nós somos os personagens principais nesse espelho... Onde buscamos rosas e, muitas vezes, encontramos espinhos.
Nós e nossos "Eus" se colocam como transversais do tempo, do corpo, da alma... Buscamos, então,  em vão, projetar um reflexo para o futuro...
Podemos mudar nossa imagem, mas o reflexo não muda... Não muda o que vemos...
Não procuramos simplesmente por rugas... Procuramos a nós mesmos!
 
"O mundo é como um espelho
 que devolve a cada pessoa
 o reflexo dos seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida
 é que faz toda diferença"
.(Luis Fernando Veríssimo)
 
GotinhaMRL

quinta-feira, 4 de abril de 2013

"Brasil com Zelo"!!!

Sabe anda muito difícil ter vontade de escrever sobre esse país.
Você liga a televisão (aberta) e só vê programações de péssima qualidade e jornais sensacionalistas.
Não existe um veiculo que informe com qualidade e isenção.
Jornalistas são formadores de opiniões, mas será que a maioria deles têm publico alvo para atingir?(Não generalizo, mas a TV em seu horário diurno e vespertino não diz a que veio).
O povão tá mesmo interessado em saber sobre nossa economia e politicas desenvolvimentistas?
Na real, acho que a maior importância hoje esta sendo dada para a conclusão dos estádios e se o Felipão vai ou não arrumar um esquema tático para seleção.
A prova do ENEM com receita de miojo e com a citação do Hino do Palmeiras não ecoou como deveria, a transposição do Rio São Francisco não afeta o Sudeste, a questão dos royalties não importa se vai ficar com os Estados atuais ou se serão distribuídos equitativamente para os demais Estados, somos ou não uma federação?
E com essa imprensa que só faz barulho enquanto o IBOPE esta em níveis por eles desejados a coisa ainda flui, mas assim que o fato perde o interesse tudo caí no esquecimento.
Quando será que esse país terá voz ativa novamente nas ruas, hoje está tudo muito comodo.
Todo mundo grita e fica atrás do muro, ninguém põe a cara à tapa. Para ser justo o único que colocou a cara a tapa foi o Min. Joaquim Barbosa o qual liderou uma explosão ética dentro do STF. Será que assinar petições pelas redes sociais geram algum efeito?
Herança dos anos de chumbo, do governo das casernas.
Sempre entendi que nossa transição politica do regime militar para o democrático foi um processo muito rápido. Uma constituinte expressa (no sentido de rapidez) gerou (outorgou uma Constituição) muito avançada para esse país, que por anos a fio vinha sendo corroído por politicas econômicas inflacionarias, sistemas educacionais públicos sucateados,e o pior recepcionou leis ordinárias da primeira Medade do século XX, quanta insensatez!
E o que herdamos disso, uma enchurrada de medidas provisórias e emendas constitucionais (essas não de cunho social, mas sim de cunho politico, para satisfazer anseios particulares ou angariar votos superconvenientes). Nosso sistema politico então uma verdadeira balburdia (pluripartidarismo) tem dinheiro para tudo isso? O povão sabe o porque de tantos partidos, tem eles a ideia de um sistema bipartidário?
Sim, continua a herança militar de não deixarem os fortes se juntarem para criar um sistema politico forte e adequado, assim não se cria uma filosofia um programa politico e ideológico coeso.
A maioria de nossos políticos não são vocacionados e tão pouco preparados ideologicamente para tal mister. Usam a máquina simplesmente para enriquecer a si próprios e grupos interessados em surrupiar o dinheiro público. Se isso não se denomina MÁFIA, não sei qual nome Tupiniquim a dar.
Tenho sim a convicção de que a democracia ainda é a melhor filosofia politica que há, porém o grande defeito dela é a lentidão das decisões. Perde-se muito com essa letargia!
Às vezes penso utopicamente sobre a aplicabilidade de uma timocracia, talvez no atual cenário politico que vivenciamos seria o melhor para nossa administração federal.
O meu desejo nesse breve texto é produzir um debate, pelo menos entre nós internautas em viabilizar um movimento mais forte e fiscalizatório sobre nossos representantes, que possa ser um vetor de aproximação entre nós mais afortunados (na acepção de termos acesso digital) para podermos não ficar dependente apenas de mídias televisivas ou rádio frequenciais.
O nosso guardião da Constituição pode ser preparado mas não mágico para colocar Ordem e Progresso na velocidade que precisamos para dar um futuro pelo menos de paz para nossos herdeiros.
O governo fala que estamos caminhando bem, mas quem o está pressionando? Quem é nossa atual oposição?



Vânder Herrera. 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

"Estamos com Fome de Amor"...

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma.
Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias...Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas... E saem sozinhas.
Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!".
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.
Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza?
Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele.
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".
Antes idiota que infeliz!


 Arnaldo Jabor

terça-feira, 2 de abril de 2013

"O Medo do Amor"!!!


Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável.
Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto...
Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

 Martha Medeiros

segunda-feira, 1 de abril de 2013

"Fome...Doença que Usurpa"!


É necessário conhecer os problemas da humanidade. O capitalismo propiciou o surgimento das diferenças sociais e econômicas, e a partir de então, ficou claríssimo um mundo composto por riqueza x pobreza, lucro x exploração, desperdício e sobras x fome entre outras especificidades.
A fome é um problema que está na ordem do dia, atraindo a atenção mundial.
Nos últimos tempos, os telejornais mostraram que a África sofre com esse mal.
Por razão do estômago vazio, milhares de seres humanos estão perdendo a vida lentamente, em sua maioria crianças. Dentre as que ainda sobrevivem, há aquelas que apresentam atraso no crescimento físico e intelectual. De fato, a fome mata e não perdoa ninguém.
O diagnóstico sobre as causas da fome é diversificado.
Parte dos pesquisadores alega que alimento existe; o que não há é renda para adquiri-los. Outros dizem que o que falta no mundo é uma melhor distribuição da produção dos alimentos, pois estamos produzindo muito, mas em poucas regiões...  Já os mais otimistas alegam que, se eliminássemos o desperdício de alimentos, resolveríamos o problema. Por fim, há também aqueles que admitem a falta de alimentos para uma parcela dos 7 bilhões de seres humanos que habitam a Terra.
Apesar de não haver consenso sobre as causas, existe uma estatística divulgada pela ONU recentemente que nos estarreceu. Há uma perspectiva de que 750 mil pessoas possam morrer de fome até o final deste ano no mundo. Por outro lado, quem visita com frequência as seções de economia dos jornais vê matérias que apontam aumento na produção de alimentos e os consequentes os recordes de produção de grãos, por sua vez decorrentes do crescimento tecnológico, fazendo-nos crer que seria possível que todas as pessoas tivessem acesso aos alimentos.
Debater as causas da fome é apenas a ponta do iceberg. É preciso dar muito mais atenção para a fome que está presente no Brasil e em vários outros países. Parece que temos, todos, a compreensão comum de que o que interessa é buscar respostas para os seguintes questionamentos: O que fazer para mudar a realidade desses famintos seres humanos? O que está faltando para que todos possam ter acesso, no mínimo, a três refeições diárias? Algumas respostas até florescem em nossas mentes, mas dificilmente conseguimos transformá-las em prática social.
Sabe-se que nos lares abastados e até de classe média, é comum haver mais alimento do que as pessoas realmente consomem, e boa parte disso acaba virando lixo, o que parece sugerir que muitas pessoas não dão valor aos alimentos. Evitar o desperdício é condição sine qua non para que todos tenham comida no prato.
Otimizar os alimentos e reaproveitar as sobras e os exageros também minimizaria a fome. No Brasil, joga-se muita comida fora. Há uma lei que pune os doadores de comida. Essa legislação sanitária excessivamente rigorosa faz que muitos supermercados, restaurantes, bufetts, bares ou organizadores de eventos em geral não distribuam os alimentos que sobram. Vale advertir que não estamos nos referindo aos alimentos que sobram nos pratos e guarnições, mas sim àqueles que sobram nas próprias panelas; digamos os exageros que muitas vezes são cometidos nas cozinhas.
A lei foi pensada para proteger o consumidor, impedindo que muitos mal intencionados reutilizassem as sobras impróprias para o consumo, todavia a lei vem impedindo que muitas doações de alimentos bons sejam realizadas.
Tudo isso não é novo. A lei, sozinha, não resolve tudo. Registre-se, ainda, que as autoridades fingem não enxergar o que já foi exibido por dezenas de vezes nas telas da televisão. Parte da comida que é jogada no lixo é coletada e consumida por seres humanos que vivem nas ruas e nos lixões. Exposto o cenário, resta perguntar: Cadê as preocupações humanitárias e éticas com esses famintos seres humanos? Carecemos de apoiar um programa controlado e inspecionado de doação de alimentos e minimizar a fome? Ou devemos fechar os olhos e permitir que coletem e consumam os restos do lixo? E nos países africanos em que nem mesmo há restos no lixo, o que fazer? Por que os governos e organismos internacionais não criam uma política para matar a fome do mundo? Será que é tão dispendioso? É oportuno matar a fome do mundo? É mais barato matar a fome do mundo, ou criar armas para amedrontar o mundo?
Enquanto não resolvemos a fome do Brasil e do mundo, podemos fazer nossa parte ajudando quem realmente necessita, sobretudo na questão da alimentação.
Há pessoas enfermas, sem condições de trabalhar...Há crianças inocentes que necessitam de ajuda psicológica e material... Há entidades assistenciais sérias que precisam de apoio.
Evite os desperdícios em sua casa e valorize o alimento que tem a sua mesa diariamente!


Inês Silva e Marçal Rizzo

domingo, 31 de março de 2013

"Começar ou Recomeçar"?


Decisão difícil de ser tomada ou assumida.
Existem épocas na nossa vida que começamos voluntariamente as mudanças em nossa vida; não porque tenhamos errado em nossas escolhas, mas sim porque já é hora de uma evolução neste sentido.
Nesses momentos nos questionamos e acreditamos em nós mesmos, num impulso de crescimento.
Ou pode ser que a vida faça romper inesperadamente alguma situação que já existia e era parte de nossa rotina.
Essa sim nos pega de surpresa e nos obriga através da dor a crescer obrigatoriamente.
No momento, nos sentimos como se tudo desabasse sobre nós; como se um grande buraco se abrisse sob nossos pés...
Calma... só com o tempo é que se entenderá essa transformação.
Essa época não é fácil e será necessária a fé para poder acreditar que não se está sozinho ou abandonado.
Acabar uma profissão ou trabalho depois de muito tempo, um casamento ou relacionamento que rompe ou “perder alguém que tanto gostamos”; são momentos que já acostumamos a ver outras pessoas passarem; mas quando é na nossa vida que ocorre, o entendimento fica às voltas como uma grande dor, mágoa ou revolta e que nos violenta mais ainda.
A fé que dizíamos ter nessa hora desaparece independente da crença de cada um.
Não se pode esquecer que nada acontece por acaso.
Essas situações em que nos sentimos perdidos e feridos nos fará voltar para dentro de nós mesmos e refletirmos e definirmos com maior clareza que rumo ser tomado e termos a confiança em um novo recomeço, um novo renascer; só que agora mais maduro.
Podemos entretanto, ficar lamentando incessantemente ao invés de despertarmos para esse novo horizonte que se abre para nós.
Essas situações vêm muitas vezes nos fazer valorizar alguma situação que não dávamos a devida atenção e através dessa transformação estaremos aprendendo novos valores.
Quando decidimos recomeçar antes dessas inesperadas transformações é porque já sentimos uma necessidade de crescimento e acabamos nos preparando para uma nova etapa na vida.
Cuidar da auto-estima, ter confiança e coragem para esses novos começos facilitarão esse novo recomeço.
Confiando sempre na força maior que não nos desampara nunca.

Silene B. Ayub


sábado, 30 de março de 2013

"Eu Sou"...



"Eu sou...
Eu sou os livros que leio, os lugares que conheço, as pessoas que amo.
Eu sou as orações que faço, as cartas que recebo, os sonhos que tenho.
Eu sou as decepções por que passei, as pessoas que perdi, as dificuldades que superei.
Eu sou as coisas que descobri, as lições que aprendi, os amigos que encontrei.
Eu sou os pedaços de mim que levaram, os pedaços de alguns que ficaram, as memórias que trago.
Eu sou as cores que gosto, os perfumes que uso, as músicas que ouço.
Eu sou os beijos que dei, sou aquilo que deixei e aquilo que escolhi.
Eu sou cada sorriso que abri, cada lágrima que caiu, cada vez que menti.
Eu sou cada um dos meus erros, cada perdão que não soube dar, cada palavra que calei.
Eu sou cada conquista alcançada, cada emoção controlada, cada laço que criei.
Eu sou cada promessa cumprida, cada calúnia sofrida, a indiferença que se formou.
Eu sou o braço que poucas vezes torceu, a mão que muitas outras se estendeu, a boca que não se calou.
Eu sou as lembranças que tenho, os objetivos que traço, as mudanças que sofrerei.
Eu sou a infância que tive, sou a fé que carrego e o destino que reinventei."


 Autor desconhecido.

sexta-feira, 29 de março de 2013

"O Homem Novo a partir do Homem Velho"!!!!

Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação". Com o êxodo, a Páscoa hebraica será a lembrança perpétua da libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, através de Moisés. Assumida pelos cristãos, a Páscoa Cristã será a lembrança permanente de que Deus libera seu povo de seus "pecados" (erros), através de Jesus Cristo, novo cordeiro pascal.
O ritual da Páscoa mantém viva a memória da libertação, ao longo de todas as gerações. "Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" - (João, 1:29).
João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a idéia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos "pecados", ou seja, dos erros, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia. Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação. Esta palavra "salvação", segundo Emmanuel, vale por "reparação", "restauração", "refazimento".
Portanto, "salvação" não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é "libertação" de compromisso; é regularização de débitos. E, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não seremos salvos das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade.
Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para "renovarmos" nossas atitudes. Como disse Celso Martins, no livro "Em busca do homem novo" : "Que surja o homem NOVO a partir do homem VELHO. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis Morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na presente sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã.
Que este homem novo seja um soldado da Paz neste mundo em guerras. Um lavrador do Bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da Justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da Verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas e tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional.
Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da Caridade, como entendia Jesus: Benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias.
Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias. A busca desta "libertação" e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré determinado.
Queremos nos livrar deste homem velho...Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos o animal, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão. Mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.
Portanto, quando uma instituição espírita se propõe a distribuir ovos de páscoa aos carentes não significa que esteja comemorando esse dia, apenas está cumprindo o preceito de caridade, distribuindo um pouco de alegria aos necessitados.

Rudymara 

quinta-feira, 28 de março de 2013

"Borboletas"...



Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam...
Não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas...
Você vai achar  não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mario Quintana

quarta-feira, 27 de março de 2013

"Podemos mudar o Karma nas relações"?


Desde que me conheço por gente, tenho me dedicado a tentar compreender a vida e a trilhar um caminho sem sofrimento, ou no mínimo, menos sofrível. E no meio dessa busca de compreensão, a primeira lição descoberta, na filosofia espírita, foi a existência do karma, ações de vidas passadas que justificam os resgates da vida atual. Com certeza, foi muito esclarecedor, mas ainda bem pouco libertador, porque sentia tudo isso como verdadeiro, apesar dos aspectos limitadores.
Tinha muitas dúvidas, não entendia, inclusive, se tinha o direito de desejar alterar o karma, o que significaria mudar de vida, tomar atitudes difíceis. Naquela época, pensava se seria correto me separar ou não do meu, então, marido. Pois pensava que se era uma relação kármica, qual direito eu tinha de interromper o processo?
Mas o sofrimento impulsiona... E fui vendo que precisava aprender mais, compreender o que Deus havia traçado para mim. Porém, foi um período de grande conflito. Como era muito jovem, percebi que mesmo estando casada, o coração estava vazio e, por isso, olhava do lado, observava outras pessoas, sentia atração por outros homens, sentia inveja vendo gente bem casada, e depois, naturalmente, enchia-me de culpa e me sentia um lixo. Finalmente, depois de tanto sofrer, cheguei à brilhante e triste conclusão que estava gerando novos karmas.
O próximo passo foi descobrir que precisava mudar isso, já que além do componente moral distorcido, emocional em conflito, eu estava adoecendo. E foi por este grande e doloroso impulso que me abri à filosofia oriental. No entanto, tudo permanecia confuso. Não sabia no que acreditar, mas não podia mentir para mim mesma, nem represar o desejo de tentar ser feliz de um outro jeito.
A vida me exigiu escolhas e posicionamentos. E hoje sei que a tomada de consciência, movida pela dor, foi fundamental.
Casar, descasar, abrindo mão do sonho, é sofrido, para qualquer pessoa, e em qualquer idade, porque é normal ter medo do novo, da solidão, de errar como se tivéssemos nascido para ficar a vida inteira com a outra pessoa. Alguns, além dos dramas íntimos, têm medo de ferir o outro e terminam por se afundar cada vez mais na relação.
O conhecimento de Vidas Passadas, nesse sentido, foi muito libertador, pois compreendi que vivi coisas muito diferentes no passado, já fui vítima e também algoz e, o melhor, nem sempre ao lado daquela pessoa. Na época, tudo no casamento era problemático, até os diálogos e os pequenos comentários se transformavam em longas discussões, na tentativa de encontrar um consenso.
Hoje, vejo que eu era péssima para meu ex-marido, assim como ele era péssimo para mim. Um despertava o pior do outro. Foi apenas no momento em que não quis mais mudar meu companheiro, e que não tinha mais raiva dele, que consegui me libertar. Começou a brotar em mim o desejo honesto de vê-lo feliz. Não era mais perturbada pela raiva. Queria me separar para ser eu mesma. E foi nesse ponto que o karma acabou!
Anos depois, vi muitos casos como o meu. Vi muitas pessoas presas ao desejo de salvar o casamento, ou mudar a outra pessoa, e percebi que não há uma regra, ou um tempo que seja igual para todo mundo. Sei apenas que podemos e devemos procurar a felicidade e simplificar aquilo que sentimos, fazendo uma corajosa autoanálise, perguntando-nos se estamos felizes, se desejamos viver assim até a velhice?
Quando fazemos o que precisa ser feito, quando tiramos a raiva e a emoção do contexto, tudo fica mais fácil. Claro que para chegar até esse ponto existe um bom caminho, mas é possível trilhá-lo.
Sempre brinco dizendo que antigamente os casamentos eram eternos porque as pessoas morriam cedo. Hoje, uma pessoa de quarenta, cinqüenta anos, tem, no mínimo, a expectativa de viver mais vinte ou trinta anos, com saúde e lucidez. Então, como se imaginar levando adiante uma relação pesada, negativa, cheia de ódios?
Tenho certeza que ninguém merece viver assim e que Deus quer nos ver felizes, transformados pelas experiências, mais maduros e vencendo o nosso karma, mas nunca esquecendo que o que nos motiva é o amor, o crescimento espiritual, a tranqüilidade de uma vida honesta e em harmonia.
"Ser feliz no momento presente é o grande tesouro da existência. Por isso, tenha coragem e comece a se arrumar, lembrando que tudo começa com uma corajosa autoanálise".


Maria Silvia Orlovas 

"O Mundo pirou'???



Cirurgia de lipoaspiração?
Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar ...culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração?
Uma coisa é a saúde e outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu. Hoje, Deus é a auto-imagem. Religião é a dieta. Fé, só na estética. Ritual é a malhação.
Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo e sentimento é bobagem.
Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer não. Estria é caso de policia. Celulite é falta de educação e Filho da Puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?
A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem, imagem, estática, medidas, beleza. Nada mais importa. Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mai importa.
Não importa o outro, o coletivo. Jovens não têm mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.
Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber na roupas, quero ficar legal, quero caminhar, correr, viver muito, ter uma aparência legal mas...
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulimicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser.
Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude.
Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.
“CUIDE BEM DO SEU AMOR, SEJA ELE QUEM FOR.”
Herbert Vianna

terça-feira, 26 de março de 2013

"O Amor Maduro"!



O amor maduro não é menor em intensidade.
Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão.
É mais definido, colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento.
Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade.
Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer.
Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão.
Basta-se com o todo do pouco.
Não precisa nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso.
É feito de compreensão, música e mistério.
É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança.
O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber. Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento.
Basta-se com a própria existência.
Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado.
O amor maduro é a regeneração de cada erro.
Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa.
Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes.
Ele não pede... Tem!.
Não reivindica... Consegue!
Não persegue... Recebe!
Não exige... Dá!
Não pergunta... Adivinha!
Existe, para fazer feliz... Só teme o que cansa, machuca ou desgasta!!!

 Arthur da Távola

domingo, 24 de março de 2013

"A Dor da Traição"...



A dor da traição pode levar a uma morte lenta de sentimento. Além de deixar qualquer pessoa arrasada espiritualmente e sentimentalmente, deixa-a também arrasada moralmente. Quando estamos apaixonados o descontrole emocional é muito maior do que quando estamos amando.
O apaixonado traído nada enxerga, é profundamente egoísta, e não arreda o pé quando está errado. Alguns chegam ao absurdo de irem atrás do rival ou da rival para tomarem satisfações. Eu fico pensando para quê? Sendo que o traidor não é quem saiu com sua esposa, marido ou namorado (a).
Descontar no (a) rival a sua raiva, dizer desaforos, esse, realmente não é o caminho... Seja inteligente nessas horas e pense que quem lhe traiu não foi o (a) rival. Isso é se humilhar e querer ser humilhado mais ainda do que já está sendo. Aquele que trai sempre tem um motivo para isso (Causa e Efeito).
Só ama e é amado verdadeiramente, quem compreende o outro... Quando é amigo e companheiro (a) não tem razão para trair. Onde não há amor, nem diálogo não há entendimento, se houver diálogo e se isso não resultar em nada e tudo continuar na mesma, somente há um caminho... É a separação!
Se comportar também da mesma forma que o outro, traindo por vingança, por estar com seu orgulho ferido é uma atitude de fraqueza e falta de inteligência.
Só vive de migalhas e restos de alguém quem quer... Não temos que ser covardes e ficar fingindo que está tudo bem somente para satisfazer o nosso desejo de querer; por comodismo ou costume de convivência.
Não temos que obrigar ninguém a viver do nosso lado e nem somos obrigados a viver ao lado de alguém que não mais gostamos ou porque somos loucamente apaixonados por ela (e). Não temos que ter medo de ficar sozinhos e nem tão pouco utilizar os filhos como desculpa.
Já escrevi um texto parecido com esse. Mas reescrevo porque não consigo entender porque tantas pessoas insistem em viver e se obrigam a fazer o que não querem, e o pior, é que alguns conseguem convencer o outro (a) a aceitar essa posição ridícula.
Quem diz que faz isso porque ama é mentiroso. Quem ama realmente não faz isso. Mesmo que ame o outro, se insistir continuar com uma convivência falida não ama a si mesmo.
Quem ama, não traí jamais, porque não precisa encontrar em outros braços o que já tem, não se vinga, nem avisa e nem blefa que vai trair.
Quem ama realmente não se esconde atrás de uma máscara... É claro, é limpo, objetivo, é decidido, é verdadeiro com ele mesmo. O perdão ao traidor pode até ser dado, mas fazer como muitos casais fazem que continuam convivendo ao lado do traidor, respirando o mesmo ar do traidor... É demais.
Pode se concluir que os dois são iguais, mesmo sabendo que é traído, fala mal do companheiro (a), mas continuam juntinhos... Isso é mais que se menosprezar. Todo aquele que é traído e perdoa o traidor, sabe no seu intimo que não será mais a mesma coisa...
Que ficará eternamente uma cicatriz, existirá sempre a desconfiança, a vida a dois que era como a delicadeza de um vaso de cristal, ficara da mesma forma como se o vaso tivesse sido quebrado e depois colado vendo suas rachaduras. Recusam-se em ver a realidade não dão chance a si mesmos e nem ao outro para serem felizes.
Puro egoísmo e desrespeito a si próprio, desrespeito aos seus próprios sentimentos e aos sentimentos do outro. Se sentem arrasados, sâo covardes, e muitas vezes se agarram na vingança. Quando há interesses financeiros em jogo, o egoísmo, a ambição falam mais alto do que a sua própria felicidade.
Não tem mais a capacidade de se fazer respeitar, perde a auto-estima, mas mesmo assim querem se sentir ainda poderoso (a). O que se ganha com a traição? Nada...
Somente dissabores, insegurança, medo, medo principalmente de uma nova relação, e outras coisas mais. A traição não é honrosa e nem traz honrarias a ninguém, ela é triste, é amarga. Infelizmente, aonde não houver amor verdadeiro a traição existirá sempre.


SBernardelli

sexta-feira, 22 de março de 2013

"Amores Impossíveis"!

O que torna os amores impossíveis mais bonitos é justamente a impossibilidade. Esta atrai.
A dificuldade nos impulsiona, nos motiva... Exatamente como o perigo.
As pessoas gostam de se medir às dificuldades porque têm necessidade de provar que são mais fortes. Assim, quanto mais difícil, mais o amor parece ser grande, excepcional e único. E quem não quer viver algo grande, excepcional e único?!
Num amor impossível cabem todos os sonhos, todas as perfeições, o mínimo detalhe é idealizado. Colocamos na nossa cabeça que aquela pessoa é exatamente o que esperamos da vida, mesmo se tudo parece contra. Ele fica pra sempre, mesmo se outros amores vêm e vão depois...
E, deixa aquela sensação de inacabado que nos persegue pra sempre.
Creio que no quebra-cabeças da vida é aquela pecinha que fica faltando para completar o todo.
E mesmo se as noventa e nove outras estão lá, é aquela que falta, só aquela que deixa aquela dorzinha estranha que a gente não sabe definir, mas que sente de forma tão nítida e clara.
Acontece de um amor impossível tornar-se possível e isso quase sempre rouba a magia do sentimento. Inconscientemente muitos sabem disso, o que leva pessoas a preferirem viver um impossível que dá satisfação que um possível que pode abrir os olhos para a realidade. Porque uma vez que o amor torna-se possível, acaba a expectativa, acaba o sonho...
O homem foi feito pra ter sonhos, pra esperar por eles! O que explica o porquê de uma pessoa amar outra pela eternidade e nunca se declarar, de certos amores virtuais preferirem continuar no virtual.
Um amor impossível pode marcar uma pessoa mais que toda uma vida vivida ao lado de outra. E no outono da vida, quando o passado se faz mais presente que o próprio presente, é aquele amor que vai fazer brilhar os olhos e lembrar ao coração que ele ainda bate.
O impossível é belo!... Como o arco-íris, o horizonte, o céu, o infinito!...
Mantém acesa a chama no coração do homem e o faz sentir-se vivo.

L.Thompson