Somos Anjos e Mestres!
Todos nós sabemos alguma coisa que alguém, em algum lugar, precisa aprender e, por vezes, nós mesmos recordarmos.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

"O Sorriso Mais Meigo"!!!


"E sempre tem aquele sorriso que desafia os nossos piores dias e nos arrancam suspiros".
Sorriso de bebê provoca sensação de bem-estar na mãe
Novo estudo mostra o que acontece no cérebro da mãe quando ela vê seu filho sorrindo.
Qual mãe não se derrete ao ver o sorriso de seu filho estampado no rosto? Pesquisadores do Texas Children´s Hospital, nos Estados Unidos, descobriram que o sorriso do bebê provoca alterações no cérebro das mães associadas à recompensa e ao prazer.
Para estudar essa relação, foram analisadas 28 mulheres americanas que eram mães pela primeira vez, com filhos entre 5 e 10 meses. Elas se submeteram a exames de ressonância magnética, para medir o fluxo sanguíneo no cérebro, enquanto viam fotos de seus filhos e de outras crianças.
O resultado mostrou que, quando as mães observaram o rosto de seu filho sorrindo, áreas do cérebro ligadas à recompensa ficavam “acesas” durante o exame, aumentando a produção da dopamina (neurotransmissor que estimula o sistema nervoso central, produzindo a adrenalina). Quando as mães viam imagens de seus filhos chorando ou de crianças desconhecidas, a reação do cérebro era menos significativa.
"A pesquisa evidencia o quanto ver o filho feliz traz sensação de prazer para a mãe. Principalmente quando são bem pequenos, que é aquele momento em que os vínculos estão se formando. Fica comprovado o que já se sabia: a existência do amor materno”.
O sorriso genuíno já traz sensação de bem-estar de quem o recebe e fortalece as relações humanas. Quando é de um filho, provoca um ciclo chamado retroalimentação. Ou seja, o sorriso do bebê estimula o cérebro da mãe, que passará a interagir ainda mais com o seu filho, e ele irá responder de forma positiva aos estímulos recebidos da mãe.
O objetivo do recente estudo, publicado no jornal Pediatrics, é explicar o forte vínculo da mãe com o bebê, a forma única como ela reage ao ver seu filho e o quanto a interação nos primeiros meses de vida é fundamental para o desenvolvimento da criança.

Como é meigo o sorriso de uma criança...Singelo, igual ao de um anjo querubim.
Luz de Deus numa eterna esperança...Num mundo de paz, belo como jardim.
O sorriso de uma criança é verdadeiro...Puro e cheio de ternura como uma flor.
Presente divino, é inocente por inteiro, transmitindo sentimentos de amor.
Sentimentos de amor vindos do coração, irradiando paz para o nosso bem viver,
Despertando-nos plena contemplação... Porque é a face de Deus a nos bendizer.
O sorriso de uma criança vem da Alma...Por isso nos emociona.
Com sua Confiança, Sensibilidade e Docilidade... Nos acalma.
Como é cristalino o sorriso de uma criança!


Autores Desconhecidos


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"Um Tesouro Inestimável"!!!

É geralmente quando não podemos dizer mais nada que gostaríamos de ter dito algo mais.
E por que não dizemos o que sentimos e esperamos sempre para o momento seguinte? Por que não aprendemos, definitivamente, que a vida é o que temos agora e temos nas mãos o poder de fazer dela o que queremos, que podemos evitar os arrependimentos, que podemos, simplesmente, dar e receber dela o melhor que existe?
Nós conhecemos todas as regras do bem-viver...
Quando alguém nos diz algo que vai de encontro ao que já sabíamos é que temos aquela sensação de que apenas algo foi acordado em nós, mas ele estava lá, claro como a luz do dia e nós é que estávamos cegos. Isso nos prova que os conhecimentos estão todos em nós.
Não podemos mudar o mundo se não nos mudamos. Não podemos olhar para fora se deixamos fechadas nossas janelas, não podemos fazer nada acontecer se deixamos sempre para amanhã para fazer isso ou aquilo.
Por que o orgulho fica maior que o amor dentro de nós se ele nos afasta das pessoas que mais amamos e se ele nos impede, a nós mesmos, de sermos felizes?
A família é um tesouro inestimável. E mesmo se entre pedras preciosas encontramos pedras brutas, elas também fazem parte do todo da nossa história...
São nossas raízes e nossos galhos, são as flores e frutos e são o sangue que corre nas nossas veias.
Cortar laços de sangue é cortar um pouco de si mesmo, ficar aleijado de alguma forma. As grandes pessoas são aquelas que aprendem a passar por cima de muros e enxergar apenas o essencial. Se fechamos uma porta para alguém entrar, essa mesma porta nos impede de sair... E acabamos perdendo. 
Deus escolheu uma família para enviar Seu Filho porque sabe que o ser humano precisa disso para manter seu equilíbrio.
Quaisquer que forem as portas que estejam fechadas, temos uma chave nas mãos. Diminuído não é quem busca, mas quem rejeita.
O amor é capaz de criar laços onde já não mais existiam e construir pontes que nos levarão aos outros e eles a nós. E por onde, com toda a certeza, Deus terá prazer em caminhar.
Nós conhecemos todos os caminhos que levam ao Caminho do céu e sabemos exatamente o que devemos fazer.


Letícia Thompson

sábado, 22 de fevereiro de 2014

"O Palco Da Vida"!!!

 Observando os relacionamentos humanos, o que mais me chama atenção é a vida no palco, onde podemos rir e chorar, ser aplaudido e vaiado. Esperamos assim algum retorno da platéia, tomamos o próximo como intérprete da nossa estrutura pessoal. Assim, como em um banquete, provamos o doce sabor das virtudes e o amargo dos vícios nos espelhando no outro.
Esse aprendizado é limitado, pois diz somente ao que pode se aprender com o outro e pode tornar-se um vício, uma dependência limitadora.
É preciso desenvolver dentro de si o seu próprio Daemon (do grego "divindade", "espírito"), o seu deus interno, para harmonizar-se com os movimentos da criação e assim caminhar em equilíbrio com o nosso habitat interior.
A lapidação interna é como um jardim, que constantemente merece ser renovado para que as flores nasçam e não vivam escondidas nas ervas daninhas que, com pouco esforço, crescem rapidamente.
Um marceneiro ou um escultor. Ambos possuem a mesma habilidade de modificar o bruto, como uma madeira ou uma pedra em algo útil. Talvez seja essa uma grande metáfora que os mestres em seus arquétipos humanos deixaram como legado.
Do bruto ao belo, do nada à forma e da forma a expressão de Deus na nossa realidade, como criadores de si mesmo e do mundo.
Atenção às palavras; talvez elas sejam útil para elevar ou destruir, maltratar ou dar esperança. Afinal de contas do vazio se fez o Verbo e assim é o processo de criação.


Felipe M. Galante

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

"A Comunidade Das Muletas"!!!

Havia uma comunidade em que todos usavam muletas. Desde a mais tenra idade, todos eram incentivados a usar muletas para poder caminhar. Havia um consenso entre os habitantes deste lugar de que, sem as muletas as pessoas não parariam de pé.
Foi até criado um mercado especial para venda de muletas de todas as espécies e marcas. Umas azuis, outras rosas e também as multicoloridas. Tinha muleta para todos os gostos e tamanhos. As mini-muletas serviam aos pequenos infantes e as mais “radicais” eram destinadas aos mais jovens que as exibiam com fitas multicores nas praças.
Tudo era correto naquela comunidade. Até que um dia surgiu um discordante.
Um jovem começou a questionar a existência das muletas. Dizia aos quatro cantos que se o homem quisesse poderia firmar-se com seus próprios pés e pernas.
Por causa disso passou a ser perseguido e até ameaçado de morte. Onde já se viu, diziam os mais velhos, um jovem com tamanha soberba! Sua família também passou a sofrer pressão por parte dos demais e seu pai não teve alternativa e o expulsou de casa.O jovem pensou até em abandonar essa comunidade atrasada, segundo dizia, mas não pode fazê-lo uma vez que seu pai, muito feroz, tirou-lhe a muleta que havia lhe dado de presente de aniversário. Dessa forma, ele poderia apenas arrastar-se alguns metros, ficando sujeito a humilhação e fadado a morte lenta. Sem as muletas muitos condenados lançavam-se à morte, pois já não eram considerados mais integrantes da comunidade. Eram os excluídos sem direito a honra sequer. Todos os desprezavam. Eram considerados “vermes que se arrastam em busca de compaixão”.
Neste momento de extrema dor e angustia, o jovem ergueu os olhos para o firmamento e bradou com todas suas forças a ajuda dos céus. Num esforço descomunal ergueu-se do solo e tentou ficar de pé sem qualquer auxílio.
Segurando em uma árvore, foi se erguendo e a cada milímetro que se afastava do chão, mais sua fé crescia. Mantendo os olhos vivos e fitando o azul do céu, ergueu-se. Seu esforço incomum havia chamado a atenção dos transeuntes que, encostando suas muletas, pararam para apreciar a loucura desse abandonado.
Mesmo sob os olhares atentos e incrédulos dos demais, o jovem ergueu-se...ficou de pé. A façanha durou, no entanto, poucos segundos, pois devido a fragilidade de suas pernas, antes habituada a muletas, veio ao solo, diante da gargalhada de todos. Uma bondosa senhora aproximou-se e lhe ofereceu uma bengala. Com isso, disse ela, você poderá caminhar até que possa novamente adquirir um novo par de muletas. O jovem agradeceu, mas não aceitou a oferta e, mais uma vez, reiniciou sua tentativa. Ele sabia que, uma vez tomada uma atitude e quando está alicerçada pela fé e pelo conhecimento, não se deve voltar atrás. E ele queria provar que é possível a vida emas muletas e mais uma vez tentou. Pernas tremulas e fracas eram sacrificadas em nome de uma causa: a liberdade para caminhar rumo a um ideal. Mesmo que fosse um ideal solitário, mas um ideal.
E, ele tentou uma, duas, três, dezenas de vezes Após repetidas tentativas o jovem já se tornara alvo de riso de toda a comunidade. Todos que passavam queriam parar para vê-lo. Entre estes, eis que surgiu uma criança e percebendo que o rapaz estava sem as muletas, tentando ficar em pé, passou a imitá-lo. Seu irmão mais jovem também aderiu a brincadeira. E assim ocorreu com seus primos e demais amigos. Brincando foram repetindo o esforço do jovem.
Para os antigos, com a adesão das crianças, a diversão ganhou dimensão maior ainda. O frenesi era tamanho que quando foram se dar conta, todas as crianças estavam caminhando sem as muletas. Brincavam, dançavam e pulavam alegres quando, menos esperavam, o jovem radiante cheio de vida veio juntar-se a elas...sem as muletas.
"A liberdade individual pode encontrar obstáculos frente às forças sociais que exercem pressão sobre o novo, sobre o inusitado. No entanto, seu valor não pode sucumbir aos ditames sociais e nem entregues a paixões que tendem a se tornar hábitos".

Doni Romon

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"Ter Ou Não Ter Namorado"!!!



Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo.
Namorado é a mais difícil das conquistas.
Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão, é fácil.
Mas namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção não precisa ser parruda, decidida; ou bandoleira basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.
Quem não tem namorado é quem não tem amor é quem não sabe o gosto de namorar...
Há quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes; mesmo assim pode não ter nenhum namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto de chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho.
Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria.
Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade..
Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas...
De carinho escondido na hora em que passa o filme...
De flor catada no muro e entregue de repente...
De poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar...
De gargalhada quando fala junto ou descobre meia rasgada..
De ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, de fazer cesta abraçado, fazer compra junto.
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor.
Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira - d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos... Quem gosta sem curtir... Quem curte sem aprofundar.
Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada, ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar... Quem namora sem brincar... Quem vive cheio de obrigações... Quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.
Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz.
Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim.
Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteria.
Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido...
ENLOU-CRESÇA.

Arthur da Távola

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

"A Não Violência... Única Solução Para o Brasil"!!!



Geralmente os grupos mais radicais de esquerda se concentram nas Universidades no curso de História. Só que parecem se concentrar tão-somente na história da revolução Russa, pois são completamente avessos a aprender com qualquer outra história, até uma que aconteceu em junho do ano passado, aqui mesmo no Brasil:
Manifestações contra a passagem dos ônibus no sul do país e em SP resultavam em quebra-quebra, confrontos com a polícia e violência. A população não comprou a ideia, e a mídia martelava que eram só um bando de vândalos, tirando a legitimidade da manifestação. O Governador de SP prometeu endurecer. Foi quando a violência policial atingiu pessoas que" Não Estavam Sendo Violentas", além de jornalistas. Ficou impossível dizer na TV que era uma reação aos vândalos, e ficou claro pra o povo brasileiro que ele estava sendo forçado a não protestar pacificamente. O que aconteceu? "Milhões" de brasileiros foram às ruas para protestar de forma pacífica, o que deixou a polícia, o Estado, a imprensa e os políticos sem reação. Atônita, a Globo ainda tentou ficar do lado do que ela achava ser os poderosos, mas o poder virou rapidamente, em questão de dias, tudo por conta da manifestação Pacifica Unida e com um Objeivo: Eu posso sair às ruas "Sim" pra protestar. Esse foi um recado claro da população e rapidamente os políticos passaram a aplaudir o povo, a presidente foi à TV dizer que era "tudo legítimo" e o Legislativo ficou com o c* na mão.
Então o que houve? Faltou liderança, ou, mais importante ainda, faltou uma visão clara do que o brasileiro quer ver de mudança. Os protestos viraram lugares pra beber e se divertir com cartazes engraçadinhos, e rapidamente o PT quis partidarizar a manifestação, no que foi contido pelo próprio povo. Como não conseguiu desviar o foco desse jeito, a esquerda radical apelou a violência, com os black blocks. Por outro lado, direita e esquerda se uniram em seus objetivos e apelaram para policiais militares infiltrados, também fazendo/incitando violência. E o povo esvaziou as manifestações, para alívio do Executivo e Legislativo, que não precisaram mais dar uma resposta às massas e puderam endurecer com os "baderneiros" (muitas vezes inocentes) que restaram nas ruas com o apoio da sociedade.
Então primeiro eu gostaria de, em nome do PT, PMDB e PSDB dar os parabéns a essa juventude violenta por terem destruído a única oportunidade de união real do povo brasileiro na busca por um futuro mais digno e mantido as coisas como estão. Alckmin, Dilma e a família Sarney estavam ficando realmente preocupados com a exposição negativa para as massas que não lêem jornal, não se informam e não podiam ir trabalhar por conta de uma tal de "consciência política" que levava o povo às ruas. Vai que essa doença pega?
Depois eu gostaria de mostrar alguns exemplos de enfrentamento pacífico que deram certo: o primeiro deles se chama "Cristianismo". Um tal de Jesus e uns apóstolos malucos fizeram oposição ao maior Império da humanidade da época, e foram dizimados, sem reação. Tinham uma filosofia nada convencional de dar a outra face, o que obviamente agradou aos que queriam destruí-los. Mas o exemplo de retidão de caráter, ah, esse perdurou e contaminou a estrutura de base do Império Romano, que teve de se adaptar para incorporá-lo, se quisesse sobreviver.
Milhares de anos depois um outro maluco também tentou esta tática contra outro Império, o britânico. O nome dele era Gandhi. Através de passeatas estritamente pacíficas (mesmo quando a polícia reprimia com cassetetes) e desobediência civil ele conseguiu arregimentar mais e mais pessoas, ao ponto de que até mesmo a sociedade dos invasores ficou contra seu governo, apoiando a "Legitimidade Moral" da reivindicação do povo indiano.
Ok, ninguém falou que era fácil, e resistir à violência policial sem reagir é uma das coisas que exigem mais FORÇA dos seus manifestantes do que qualquer guerra civil armada. Mas é a mais efetiva, e a história antiga e recente mostra isso claramente. Então, por que perder tempo e oportunidades com quebra-quebra? Ainda não se tocaram que isso só atende aos interesses dos poderosos?
O que precisamos pra mudar o Brasil é o seguinte: 
Visibilidade...
A Copa do Mundo é a oportunidade perfeita. Os olhos - e jornalistas - do mundo estarão aqui. 
Firmeza de caráter...
Uma manifestação que quebra bens públicos pra exigir investimento público é no mínimo contraditória. Se queremos passar uma mensagem, que ela seja "Clara" nas palavras e, principalmente, nas atitudes. 
Pacificidade e legitimidade...
Essa é a questão mais importante. O Estado sempre vai tentar demonizar os protestos, defender seus interesses e a argumentação mais forte é a de que a violência deve ser combatida com violência. Temos de aproveitar que no Brasil a mídia ainda não está inteiramente controlada e que é possível SIM mostrar os atos de violência contra manifestações pacíficas na TV e na Internet para que fique claro que as manifestações são legítimas. Black Blocks e policiais infiltrados devem ser isolados dos demais dentro dos protestos para que eles não se misturem na multidão. Nesse ponto a população tem a obrigação moral de apontar quem pratica ações violentas, seja abrindo uma clareira em torno do meliante, se abaixando para que os agressores fiquem bem visíveis, ou filmando. 
Parar o país...
Movimentos de greve são os mais efetivos, pois prejudicam a economia e fazem a indústria (tanto local quanto do exterior) pressionar o governo e legislativo a solucionar o impasse. Conseguir apoio dos sindicatos seria um plus, e aí é que a turma de esquerda poderia fazer algum favor pro futuro desse país. Só não poderia haver coação e violência contra quem quisesse furar a greve, ou perde-se a legitimidade. 
Ter objetivos claros e de comum acordo...
1 - Comprometimento da população para não reeleger ninguém do Senado nem da Câmara dos Deputados caso não se iniciem mudanças "Imediatas".
 Os políticos precisam sentir que ELES são os alvos da manifestação, independente de partidos. Assim como na Revolução Francesa, precisa haver terror. E o único terror possível para os políticos "Sem" violência é a ameaça "Real" da perda do mandato, e consequentes benefícios. Somente passando uma mensagem bem clara de que o poder emana do povo para o povo e que ele, articulado, pode limpar o Legislativo independente dos partidos é que os políticos ficarão intimidados. Somente assim. Alguns bons nomes vão estar no meio e sairão? Sim, mas é o preço a pagar pela unidade, senão vai começar uma guerra de partidários e a idéia não vai funcionar.
2 - Comprometimento da população em torno do fato de que todo partido é responsável pela corrupção de seus membros quando:
 a- Não o expulsa ao ficar constatado os fatos;
 b- Não o afasta de suas funções nas investigações, ou não investiga;
 c- Articula ou vota pela manutenção de seu cargo mesmo após ficar constatado os fatos;
 Não adianta nada criticar a corrupção do outro partido quando se encobre o do seu. Vamos parar de pensar em termos de partidos e pensar em termos do "Povo Brasileiro".
3 - Comprometimento da população em torno de não votar mais em partidos que não dêem prioridade às questões emergenciais do país, que precisam ser "Votadas e Executadas" no período de 4 anos:
 a- Reforma da Educação
 b- Reforma da Saúde
 c- Reforma Tributária
 d- Novo Código Civil
4 - Exigência "Imediata" de que as votações no Legislativo sejam abertas e nominais, em "Todos" os casos.
5 - Criação de um órgão central de Corregedoria da PM, subordinado ao Ministério do Exército com acompanhamento do Ministério Público, que seria a "Anatel" dos abusos policiais, com poderes de investigação e punição.
 Não adianta ficar se debatendo com os Governadores, que só sabem dizer que "vão punir os responsáveis" e nada acontece. Precisa haver um único órgão para o qual a população possa apontar o dedo e dizer "Queremos Uma Resposta a Isso"!
6 - Exigir que as votações do Orçamento da União contem com a participação direta do povo brasileiro, através de votação pela Internet.
 Tal participação não valeria como voto efetivo, e sim como termômetro. Se os políticos se desviarem do que a população votou, vão ter de se explicar perante ao povo.
7 - Fim dos auxílios parlamentares e proibição dos Deputados e Senadores de se darem "Qualquer" tipo de aumento pelos próximos 4 anos.
 Basta de ficar alimentando esses sangue-sugas com dinheiro público. Se eles precisam de selos, gasolina, passagens de avião ou hotéis que paguem do próprio bolso, oras!
Divulguem a idéia, compartilhem, espalhem seus próprios textos. A não-violência é contagiosa. Agrega, e não afasta as pessoas. A pena é mais forte que a espada.
Semana passada em Paris as pessoas fizeram uma marcha pela família, em defesa do que eles julgavam ser uma lei abusiva do presidente de esquerda François Hollande de eliminar a diferença de gênero nas escolas. Eu nem sabia que haveria tal manifestação e apareci no meio dela à caminho do museu. Fiquei estupefato com a visão de milhares de pessoas vindo de todas as partes da França caminhando em um só bloco, numa fila que não tinha início nem fim, e continuou assim por pelo menos 1 hora!!! Mulheres, crianças e velhos iam caminhando, e gritando palavras de ordem, mas tudo sem enfrentamento, violência ou coação. A polícia de choque bloqueava algumas ruas com escudos e carros, mas ninguém (repito, ninguém!) ia até eles pra soltar provocações, nem jogavam nada neles. O número de pessoas em paz era muito mais esmagador que qualquer violência. Isso ficou claro nos dias seguintes, quando a esquerda retirou a votação da lei de pauta, mesmo tendo chances reais de vencer.
Esse exemplo de enfrentamento pacífico veio de um país que foi o primeiro a combater a opressão por meio da violência. Portanto, jovens brasileiros... Aprendam com os mais velhos.


Acid

domingo, 16 de fevereiro de 2014

"Questão De Atitude"!!!


São Incríveis, certas atitudes, como as pessoas acostumaram-se com a superficialidade, tornou-se banal ser um ser humano, inculto, que desaprecia as artes, as coisas belas da vida. O gosto refinado de uma boa leitura, um bom filme, uma boa música. Tudo isso, parece que se perdeu no tempo...
Emprestamos nossos ouvidos, mesmo sem querer a um total autoritarismo da quebra do decoro, das normas de etiqueta do bom viver...
Somos obrigados, a expor os ouvidos dos nossos filhos a uma poluição sonora de putaridades, das músicas sem conteúdo, sem respeito e sem valor. Recuso-me a emprestar os meus tímpanos, a este submundo da sexualidade apelativa da mulher... Com a sonoridade que irrita e ofende os nossos sensíveis ouvidos...
Que praticamente tornou-se apenas um açougue feminino... Das partes: Peito e bunda...
Sinto-me prisioneira... De uma liberdade exacerbada, da falta de respeito às regras, que são prioridade para a formação do caráter e da boa conduta, tanto moral, quanto formação crítica e consciente dos nossos filhos, em relação á vida familiar e social.
Do respeito ao próximo, da boa noite, com licença, obrigada...
Do respeito aos pais, aos idosos, as crianças e aos animais.
Consciência do cuidado, com o planeta, a fauna e a flora...
Com o nosso patrimônio público... Os quais nós pagamos os impostos...
Fico triste, por ver que a maioria das pessoas só aprecia o que deprecia o outro.
Observo estas questões que me incomodam. Por que não vejo futuro para as novas gerações, que não se importam com quase nada... Têm vergonha dos pais, quando eles vão buscá-los na escola. Acham tudo careta...
Perderam o respeito pelas coisas simples da vida.
Até na página do meu facebook observo que, quando posto algo bobo, ou até um pouco apelativo, por pura descontração, as pessoas, compartilham, curtem...
Mas se coloco algo de valor educativo, poucas o fazem... E se posto alguma postagem, mais culta, literária... Aì, meu Deus! Pouquíssimos ou quase nenhum.
Não importa quantos pensem como eu! O que importa, é que eu não posso ficar calada engolindo altos sapos, que podem ficar entalados na minha garganta.
Vou expor o que penso o que sinto, até que consiga alguns seguidores, companheiros ou companheiras, que pensem iguais a mim, ou apenas um pouquinho, para juntos metermos a boca no trombone!
Como diria meu Mestre, Paulo Freire, “Ensinar é uma especificidade humana”.
E como tal, a “Educação é um ato de intervenção no mundo”.
E como Educadora, posso intervir, mediar, reclamar mudar, o que acho que está errado ao meu redor, no meio em que vivo, e quiçá no mundo.
Por isso, desejo mudar este texto e transformar este contexto, de tantas coisas, sem valor e sem acréscimo à vida das pessoas que gosto e respeito. A mudança é uma lei universal, não importa se você mora no campo, na cidade ou na tribo.
Você pode quebrar estes paradigmas do mal... E transformá-los em atitudes, que te levem para a construção de mentes construtivas e confiantes no amanhã!
Por isso, como diria Chapolin! Sigam-me os bons!

Autor Desconhecido
 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

"Duas Escolhas... Sempre"!!!

A vida sempre oferece duas opções, se não há uma segunda porta, pode apostar que existe uma janela, ou um telhado que se possa abrir.
Por isso, você pode contemplar uma rosa, sentir seu perfume inigualável, perder-se com a beleza das cores, e deixar-se levar pela magia das flores.
Ou sentir o espinho e reclamar da dor, lamentar as folhas arrancadas.
Pode chorar por não ter recebido mais rosas, ou ainda hoje, oferecer uma para alguém...
Você pode olhar o mar e se encantar, sentir a água salgada refrescar a pele, a força das ondas limpar as energias, deliciar-se com o alimento que vem do mar
que pode ainda hoje, saciar a sua fome.
Ou pode lembrar da Tsunami que matou milhares, das tempestades que afundam navios, dos que morreram afogados...
Diante do Sol pode se aquecer, lembrar que a vida não existe sem ele, passear sem compromisso, tomar um sorvete, ou olhar a terra seca, pensar no deserto, chorar diante da semente que morreu, lamentar o fruto que não floresceu.
Assim é a sua vida, cheia de motivos para comemorar, a saúde que não ligamos, até cairmos doentes, a paz que temos, até que alguém nos rouba, o amor que nos une, até que nos separamos, a família que nos liga, até que nos distanciamos,
a humildade que queremos ter, até que o orgulho nos cegue, o emprego que nos sustenta, até que o demissão nos atinge.
Mesmo diante da noite mais escura, podemos acender um mísero fósforo e iluminar a rua.
Diante da dor mais profunda, podemos confortar com um gesto, uma palavra.
Perto do fim, podemos encontrar o nosso começo, e onde tudo parecer impossível, nos resta o encontro divino com a fé, onde Deus, que habita em nós, responde... Filho, Eu estou aqui... Eu sou o Amor.
Duas escolhas, sempre, que o amor seja sempre a sua primeira escolha.

Paulo Roberto Gaefke 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

"Coisas Esquecidas"!!!


Coisa boa é o tempo de namoro. Tempo quando sentimos que somos importantes.
O outro preocupa-se, telefona, faz carinho, diz coisas ridiculamente lindas ao nosso ouvido, faz surpresas, dá a mão e beijos intermináveis.
Mas a longa convivência vai apagando aos poucos o essencial de um relacionamento. Acostuma-se tanto ao outro que certas coisas perdem o sentido. 
Esquece-se do beijo na saída e na chegada, e de antes de dormir.
Esquece-se do abraço bem apertado que diz tanto sem dizer nada.
Esquece-se de datas importantes e comuns aos dois.
Esquece-se de andar lado a lado.
Esquece-se do te amo, do estou feliz porque tenho você.
Esquece-se do poder de uma flor.
Esquece-se... Do namoro!
Fala-se do passado como do bom tempo... Mas, passado!
E as pessoas surpreendem-se por viverem tão afastadas vivendo juntas. Um se deita mais cedo, o outro mais tarde; um se levanta, o outro fica. Fazem amor por obrigação.
Culpa de quem? Dois dois. Quando há um problema entre um casal a culpa é fatalmente dos dois lados. Uma coisa conduz a outra.
E muitos casais seguem assim. Juntos, apesar de tudo, cada um do seu lado sofre interiormente de solidão. Cada um sonha, secretamente, com emoções esquecidas, com grandes paixões. E ninguém pensa em reacender a brasa. Ninguém pensa em reconquistar o que se tem, justamente porque se tem. Mas há tanto que pode ser feito!
Lembre-se das coisas esquecidas! Lembre-se do início. O que foi mesmo que te conquistou no outro? Inversamente, pense no que foi em você que conquistou o outro coração. Reaviva a chama!
Nunca permita que o essencial morra por causa de trabalho, estresse, filhos e atividades extras.
É essencial estar juntos. Mas, mais que isso, amar juntos de amor inteiro.
É preciso cuidar do amor como se cuida de algo frágil... A pessoa amada não faz parte dos móveis da casa.
Cuide dela e cuide-se. Antes que a vida a dois caia no esquecimento.
Não se esqueça de lembrar-se das coisas esquecidas!
Amor não é só coisa para os jovens não...
Paixão faz bem em qualquer idade...
Carinho nunca é demais... Atenção cativa.
Reaprenda a amar aquela pessoa que um dia fez bater seu coração mais forte.
Muitas coisas podem ficar esquecidas... Mas o amor, ele mesmo, nunca se esquece!

Letícia Thompson

       

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

"Para Ser Sincero... Não Pega Bem"!!!


Se você já ouviu alguém começar um assunto com “não leve a mal”, ou “para ser sincero”, ou ainda “é só o que ouvi”, e sentiu que alguma coisa estava errada, você acertou direitinho.
Estas frases que os linguistas chamam de “performativas” ou “qualificadoras” são frases que usamos para tornar mais fácil dizer coisas difíceis. No entanto, elas atrapalham a comunicação, pois quem ouve é confundido por elas.
Por que usamos estas expressões? Normalmente, porque não queremos magoar as pessoas, ou temos algo negativo a dizer, e queremos “suavizar o golpe”.
É como iniciar uma conversa com “eu só estou dizendo isto por que gosto de você”, para em seguida falar algo horrível àquela pessoa.
Ou então soltar “detesto ter que dizer isso” para então largar uma bomba que estávamos querendo muito dizer. Também dizemos “até onde eu sei” ou “eu acho que”, para não nos comprometer muito com o que será dito.
E assim seguimos prejudicando nossos relacionamentos, usando estes “para-choques” verbais. O intuito de evitar atritos, porém, só nos distancia do que estamos falando, e, justamente, acaba magoando os outros.
Palavras doem tanto quanto ferimentos, afirma a ciência
Se você está usando muito destas frases, então pode ser que você seja uma pessoa que fale muita coisa desagradável aos outros. O conselho de Ellen Jovin, que trabalha com treinamento de habilidades de comunicação interpessoal, é parar imediatamente de usá-las. Pense antes no que você quer dizer, e avalie se é algo que deve ser dito mesmo.
Entre todas as frases, “para ser honesto” tem outra armadilha. Além de ser utilizada antes de comentários negativos e ter um tom condescendente, ela serve de alarme – quer dizer que você normalmente não é honesto no que diz.
Talvez a coisa mais honesta seja não falar nada.

Wall Street Journal


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

"Nunca Desista De Amar"!!!

O amor é eterno e maravilhoso em sua essência, capaz de realizar as mais importantes transformações em um ser humano.
Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a estabelecer relacionamentos criativos. Outros sofrem com seu relacionamento amoroso.
Depois de algumas decepções, tendem a se isolar e a adotar uma postura cética em relação ao amor. Preferem ficar em casa no sábado à noite, assistindo a um filme. Passam todos os fins de semana sozinhos. Nunca aceitam o convite de um colega para sair. No início, sentem-se aliviados, pois acham melhor evitar problemas do que sair em busca do amor. Mas, depois de algum tempo, a solidão começa a apertar o coração.
Nunca desista de amar. Assuma sempre o risco de demonstrar seu amor, mesmo que a outra pessoa não vá aceitá-lo, porque amar alguém não é um problema nem um defeito; é uma virtude. Se ela não aceitar o seu amor, o problema não é seu, pois, uma vez que você descobriu o jeito de amar, ficará faltando apenas encontrar um companheiro para a viagem a dois.
Se você está só, abra o seu coração, coloque um sorriso no rosto, retome o brilho nos olhos e acredite que a vida lhe prepara maravilhosas surpresas. Tenho a esperança de que com esta nossa conversa você tenha conseguido mais energia e inspiração para desfrutar melhor o Amor, uma realidade valiosa demais para ser banalizada.
E lembre-se... Você é o autor da sua vida e é capaz de escrever uma história de amor muito linda, na qual receba e dê muito amor. Saiba sempre que amar pode dar certo, desde que você cuide do Amor com muito carinho e sabedoria.
O amor é eterno e maravilhoso em sua essência, capaz de realizar as mais importantes transformações em um ser humano, mas as pessoas atualmente se machucam muito porque não aprenderam a amar de uma forma plena.
O problema não está no amor. O ser humano não consegue ser feliz sozinho. Desistir de amar é deixar de lado uma parte fundamental da própria vida, e por isso mesmo é triste ver tantas pessoas tratarem o amor com desprezo, acharem as manifestações de romantismo algo feio e, principalmente, desistirem de viver um grande amor. Vale a pena amar, acreditar no amor, entregar-se ao amor.
O amor satisfaz os nossos mais profundos desejos de compreender e ser compreendido, de valorizar e ser valorizado, de dar e receber.
Amar pode dar certo
O ser humano só pode existir em paz consigo mesmo se puder se relacionar com uma pessoa a quem diga, com palavras e gestos, "eu te amo" e de quem ouça com total sinceridade: "Eu também te amo".
Mas amar supõe evoluir todos os dias, conhecer o outro cada vez melhor, construir com ele um lugar no mundo em que as pessoas, ao entrar, sentirão que ali existe vida, carinho sincero, vontade de acertar.
Nos momentos de crise ou de mágoa... Dizer "eu te amo" ao parceiro é ter a coragem de lhe dizer que ele fez algo de que você não gostou.
Nos momentos de alegria e êxtase... Dizer "eu te amo" é saber compartilhar essa alegria com quem você ama, abrindo seu coração sem reservas.
Nos momentos de dor... Dizer "eu te amo" é talvez não dizer nada, mas deixar evidente ao outro que você está ao seu lado aconteça o que acontecer.
Nos momentos em que você perceber que errou... A melhor maneira de dizer "eu te amo" é simplesmente dizer: "Desculpe pelo meu erro".
Nos momentos em que o outro errou, e está triste porque cometeu o erro...
A melhor maneira de dizer "eu te amo" é se aproximar lentamente dele, colocar a mão em seu ombro e dizer suavemente: "Tudo bem, já ficou para trás".
Amar pode dar certo é a frase mais simples possível para traduzir a convicção de que nascemos para amar e ser amados, e que nossa felicidade consiste em realizar essa missão.


Roberto Shinyashiki

domingo, 26 de janeiro de 2014

"Sentir-Se Amado"!!!

O cara diz que te ama, então tá... Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama... Então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas.
Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?
Pactos... Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar.
É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.
Sentir-se amado... É sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".
Sentir-se amado... È ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato."
Sentem-se amados... Aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado... Aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado... Quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado... Quem não ofega, mas suspira... Quem não levanta a voz, mas fala... Quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute... Eu te amo não diz tudo.


Martha Medeiros

sábado, 25 de janeiro de 2014

"Todo Adolescente... Tem Que Ser Um Aborrescente"???

De longe, todo jovem nessa fase parece um estressado...
Eles não estão satisfeitos com nada, reclamam de tudo e de todos, sentem-se incompreendidos e desconfortáveis com o corpo em transformação. Dessa forma, a grande maioria acha que a adolescência é na realidade, uma ‘aborrescência’, entretanto generalizar essa fase e ignorar a subjetividade de cada um, denota uma completa desvalorização de um dos mais sérios e difíceis períodos de desenvolvimento do ser humano.
A adolescência é uma fase única no desenvolvimento do sujeito e pode não ser tão facilmente vivenciada. Há uma óbvia necessidade em entender esse processo onde o indivíduo não é mais criança, mas também não é, ainda, um adulto.
Afinal, quem é o adolescente ?
Em primeiro lugar, vamos tentar definir adolescência, embora este conceito seja cultural, ou seja, nem todas as sociedades o possuem. No Brasil, por exemplo, o Estatuto da Criança e do Adolescente define esta etapa como compreendida entre os 13 aos 18 anos de idade. Para todos os efeitos, vamos entendê-la como a fase do desenvolvimento humano que marca a transição entre a infância e a idade adulta. Caracterizando-se por alterações em diversos níveis - físico, mental e social - representando para o indivíduo um processo de distanciamento de formas de comportamento e privilégios típicos da infância e de aquisição de características e competências que o capacitem a assumir os deveres e papéis sociais do adulto.
Durante a adolescência, o jovem começa a rejeitar alguns valores de seus pais, suas ideias e seus controles e passa a estabelecer seus próprios limites.
Em certo sentido, esse é um processo positivo, é o estabelecimento de sua própria individualidade, seus princípios éticos, seus valores, suas ideias e suas crenças. O processo de estabelecer a própria identidade é um passo necessário para todo adolescente.
Em sua ansiedade de encontrar a resposta para essas inquietações, talvez reaja agressivamente contra a autoridade dos pais, como nunca havia feito antes.
As alterações hormonais que orquestram as mudanças corporais são responsáveis também por algumas mudanças comportamentais como agressividade, agitação, depressão, preguiça, oscilação de humor. Vale ressaltar que tais alterações sofrem influência direta do ambiente em que vive. É por isso que você, como pai ou mãe, deve ter a sabedoria necessária nesse momento para reconhecer que a reação de seu filho não é uma atitude pessoal contra você, mas parte de um processo normal que está se desenvolvendo no interior dele.
O psiquiatra Laurence Steinberg, pesquisador da Temple University, nos Estados Unidos (uma das maiores autoridades mundiais quando o assunto é comportamento juvenil) ressalta:  “Durante anos, limitamos nosso entendimento dessa etapa ao que ouvíamos de psicólogos que tratavam jovens e famílias que buscavam ajuda profissional em momentos de crise”. Agora, revendo dados sem nos limitarmos às famílias e aos jovens com problemas, percebemos que essa faixa etária é bem mais tranquila e produtiva do que os estereótipos nos faziam imaginar.”
Em outras palavras, a adolescência não precisa ser necessariamente marcada apenas por dificuldades, crises, mal-estares, angústias, pois ao se abandonar a atitude infantil e ingressar no mundo adulto, há uma série de acréscimos no rendimento psíquico. Nessa etapa ocupar o cérebro com atividades produtivas é fundamental até para que desenvolvam todo o seu potencial. É necessário enxergar e reconhecer os pontos positivos desta, afinal existem jovens que fazem coisas “maneiras” (leia-se : não apenas tirarem notas boas nas escola), como os que estão envolvidos em grêmios estudantis, projetos sociais, entre outras atividades...
Ou seja, é preciso compreender que essa pode ser uma fase tranquila e produtiva.
Um aliado nesse processo é a escola. As mais modernas já entenderam que dar autonomia ao adolescente em vez de cortar suas asas pode ser mais proveitoso. Além disso, especialistas destacam que nesta fase é importante que o adolescente se sinta protagonista do seu processo de autonomia, dono de suas atitudes e saber que existem as consequências. O adolescente não é tão avesso a autoridade como se propaga. A maior dificuldade do adolescente, entretanto, está em aceitar uma autoridade imposta. E quanto mais a faixa etária aumenta, as proibições e imposições devem dar lugar às conversas e negociações...
Ou seja, no cerne desse novo entendimento da adolescência está o convívio e o diálogo franco entre pais e filhos.
Cabe à sociedade compreender o mundo adolescente, para que possa servir de anteparo ao sujeito na travessia da infância para a vida adulta. Essa travessia guiada não deve ser pensada no sentido de conduzir o adolescente aos caminhos desejados pelos adultos, sejam eles pais, avós, tios, professores; a intenção é de estar ao lado, observar de longe e propiciar as melhores condições possíveis para o fortalecimento da subjetividade e construção da identidade desse ser em desenvolvimento físico, psíquico e social.
Deixar de lado o termo aborrescente pode ser o primeiro passo. Se você tiver paciência, enquanto seu filho busca se achar, seu relacionamento com ele se manterá dentro dos limites saudáveis e construtivos
Enfim, pai e mãe, ao olhar para o seu adolescente, lembre-se de que você também já foi um e que queria ser respeitado por seus erros e valorizado por seus acertos.

“... Sou uma gota d'água.. .Sou um grão de areia.
 Você me diz que seus pais não te entendem...
 Mas você não entende seus pais.”
“... É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã
 Porque se você parar pra pensar... Na verdade não há...”
(Legião Urbana)
Christiane Lima

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

"A Ilha Dos Sentimentos"!!!


Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha. Pegaram seus barcos e partiram.
Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. 
O Amor disse:
- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.
Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.
Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!
Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o 'AMOR'.'

Autor Desconhecido

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

"Quem Não Tem Amigo... É Quem Viaja Sem Bagagem"!!!

Tem uma história engraçada que gosto de contar. É mais ou menos assim...
Um dia dois viajantes deram de cara com um urso. O primeiro se salvou escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia conseguir vencer sozinho o bicho enorme, se jogou no chão e se fingiu de morto. O urso aproximou-se do sujeito e começou a cheirar sua orelha, mas, convencido de que estava "morto", foi embora. Aí, o outro amigo começou a descer da árvore e perguntou: “O que o urso estava cochichando em seu ouvido?” Daí, o danado respondeu: “Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo”. Moral da história?!  Nem precisa, né?!
O que quero mesmo é falar de amizade, amigos... Alguém já se perguntou: pra que serve um amigo?! Eu respondo: pra qualquer coisa, menos pra nada.
Ter amigos não é fazer coleção, como no Facebook. Ali é colegagem, conhecidos, desconhecido e afins. Eu mesmo digo para os meus “amigos reais”, na balada, para me darem licença que eu quero conhecer os meus amigos do Face. Mas a verdade é que, como diria o “Pequeno Príncipe”: “Tive um amigo. Um número considerável”. Amo e acredito nisso desde de pirralho, quando li o livro fofo.  E eu já ouvia Milton Nascimento cantar que “amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito”.
Depois, muito depois  eu li "A Identidade" de Milan Kundera, que dizia que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. E mais: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. E hoje tudo isso faz mais sentido, principalmente porque, às vezes, somos nós os nossos próprios inimigos.
Oscar Wilde é outro que tem um dos textos mais incríveis sobre amizade...
“Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que ‘normalidade’ é uma ilusão imbecil e estéril”.
Um amigo deve rachar nosso juízo, não só a conta do bar. E eu não tô falando de “amigo” de farra, nem dos “amigos malas” que nunca se tocam, porque “o mala” não se toca nunca, né?! Aliás, como disse a pouco, de outro jeito: amigo tem que ser contado no dedo (dos pés nunca). E se você usar as duas mãos, sei não... Já tá contando com sua rede social...
Machado de Assis fala, também, algo lindo sobre amigo que é feito oração, de tão bela... “Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir. Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende. Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar. Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende. Amigo a gente entende! Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade. Porque amigo é a direção. Amigo é a base quando falta o chão!”
Em outras palavras, amigo é cumplicidade.
Outro dia, no meio daquelas horas íntimas e únicas com uma de minhas melhores amigas (tenho a sorte de ter todos os dedos de uma mão), ela me veio com essa... “Quando você estiver triste, eu vou te deixar bebaço e te ajudar a planejar uma vingança contra o fdp que te deixou assim. E quando você me olhar meio de esquerda, eu vou  enfiar o dedo na sua goela e te fazer pôr pra fora o que estiver te engasgando”. Achei de uma dignidade e de uma poesia bruta tão linda que fiquei mais louco por ela. A gente só não casa pra não estragar a amizade.  Mas “tamo  junto” aí pra tudo!
Amigo é isso, racha a cuca, lembranças, culpas e segredos. Amigo divide com você: tempo, ombro, experiência e mudanças. Amigo empresta até livro (coisa que não se deve), copia CD e filme. Amigo compartilha. Amigo curti,  “descurti” e discuti. Amigo perdoa. E sabe sua hora, seu momento. Entende o bina que você deve e pode usar, porque sabe que você vai retornar a ligação quando puder. Amigo chega sem cerimônia, com toda a educação: tem a senha, a chave do seu coração, mas não chega em sua casa sem avisar. Amigo entende seus limites e respeita, porque isso é a base de qualquer relação.
Um amigo não pega carona com você. Ele só vai junto. Entra no seu mundo e você no dele e entende que a geografia, o tempo e o espaço podem ser saudade. E saudade é falta. Amigo sente falta. Amigo não é metade de nada. É pedaço de tudo. Amigo vai, mas volta.
Amigo magoa, e você perdoa: coisas que acontecem só com quem se ama. É bate e volta. Amigo tem vida própria e você também.  Mas nos melhores momentos de sua vida é com  você que ele quer estar. Quando não pode, é você que está em sua cabeça.  Amigo é aquela pessoa que te faz único, mesmo não sendo. E no réveillon é com você que ele quer dançar!
E mesmo sabendo de tudo o que um amigo é capaz, a gente ainda pode se surpreender. E é a única surpresa que podemos querer ter na vida, além de ganhar na Mega Sena, é um amigo melhor que a gente, porque faz de nós melhor do que somos: o que é lucro e sorte ganha!
Se toda relação tem uma forma de interesse, e isso é óbvio, a de amigo é nítida... Você!


Alex Palhano

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

"Redes Sociais... Exposição Ou Intromissão"???

As redes sociais instalaram-se definitivamente no dia-a-dia das pessoas, seja por diversão, amizade ou motivos profissionais. O certo mesmo é que a internet trouxe o universo para dentro de nossas casas.  E por esse motivo, a exposição das pessoas nas redes sociais não para de crescer. Mas até que ponto as redes sociais podem ajudar ou atrapalhar? Quais são os limites e os riscos sobre o que se publica nos sites?
Essa maneira rápida de se comunicar que a internet proporciona, aproxima quem está longe, assim como pode distanciar quem está perto. Ou seja, além de unir pessoas e criar laços também pode servir de palco para confusões, fofocas, intrigas, desfazer namoros e até casamentos. Tudo depende do uso que dela se faz. Já vi muita gente se lamentando por ter imagem comprometida, procurando em vão pelos fofoqueiros e culpados.
E eu pergunto: Quais as precauções que tiveram com o que compartilharam?
Justiça seja feita, nem tudo é ruim, as vantagens são inúmeras, dentre elas, destaco: facilidade de comunicação entre as pessoas e maior acesso às informações.
No âmbito profissional, por exemplo, empresas se mantêm conectadas para descobrir talentos e observar o comportamento de pretendentes a empregos. Isso mesmo, o acesso aos candidatos nas redes sociais vem sendo cada vez mais utilizado para complementar o mapeamento do perfil do profissional. Atualmente, há inclusive redes sociais exclusivas para relacionamento profissional. São muitas as informações levantadas, tais como:  hábitos, hobbies, preferências, habilidade de relacionamento, comportamento ético e até a redação. Redes Sociais são excelentes ferramentas de marketing e devem ser aproveitadas como tal, em todo o seu potencial.
Pois bem, mas o que me levou mesmo a escrever sobre esse assunto foi perceber a exagerada exposição virtual de alguns. Entendo que quando se cria um perfil em uma rede social, é inevitável que isso aconteça, mas é imprescindível um limite. O que anda acontecendo que, de repente, certas pessoas acham natural indicar passos de suas vidas e suas localizações, 24h por dia?
Parece que o fato de não ficarem olho no olho faz com que ignorem os perigos e acabem publicando informações demais. Não dá pra entender. De que adianta erguer muros altos em volta da casa, cercar-se de alarmes e dispositivos de segurança e deixar livre o acesso à vida pessoal através dos meios virtuais?
Sobram informações sobre rotina diária, compras, e por vezes fotos íntimas. Qualquer um pode acessar essas informações. Ninguém anda pelas ruas distribuindo abertamente cartões com seus telefones e endereços a desconhecidos. Por que divulgá-los na internet?
Existem histórias de pessoas que sofreram ameaças de sequestro que podem ter vindo de qualquer lugar do mundo. Ou seja, no mundo virtual, como no mundo real, é necessário preservar a própria privacidade. Afinal, o mundo virtual, faz parte do mundo real. Não é um "universo paralelo”.
Também é comum, pessoas criticarem seus chefes, colegas, ou tarefas a fazer. Brincadeira ou não, isto pode ser entendido como falta de ética, desinteresse ou inabilidade para lidar com problemas. Inclusive foi bastante divulgado o caso da jovem britânica, Kimberely Swann que foi demitida após postar em certo site que seu emprego era chato. Outra jovem (não me recordo onde li a matéria) divulgou no Facebook  sua festa de aniversário e a notícia se espalhou de tal forma que sua casa foi “invadida” por pessoas que jamais havia visto na vida. Também me contaram uma história de certa pessoa que publicou em uma rede social que tinha bebido todas e que teria uma ressaca daquelas. Não deu outra. No dia seguinte não conseguiu acordar e só chegou ao trabalho no turno da tarde, quando foi justificar ao chefe:“Não estava me sentindo bem". Este, por sua vez, disse: “Não podia ser diferente, afinal você já chegou de manhã em casa e bêbada. Eu li em sua timeline".
Mais uma vez, fica claro que é importante gerenciar a reputação pessoal e profissional na rede. Querendo ou não, todos nós exercemos influência sobre as pessoas com as quais convivemos, seja pessoalmente ou pelas redes sociais. Afinal, por que publicar que estava bêbada e fazer check-in por onde passa e quando chega em casa? Quantas pessoas poderiam se aproveitar negativamente dessa informação? Pra que facilitar o trabalho do bandido?
Aqui vão algumas dicas para evitar excesso de exposição:
- Tenha sempre bom senso e cautela ao compartilhar informações em redes sociais. Nunca adicione pessoas desconhecidas.
- Evite ao máximo postar fotos e vídeos de caráter mais íntimo.
- Nunca compartilhe posts que possam identificar seu endereço ou demonstre situações de seu nível socioeconômico.
- Lembre-se de que, além de compartilhar informações com seus amigos diretos, há pessoas nas listas deles que verão seus posts, dependendo das configurações de privacidade que você adotar.
- Antes de postar qualquer material, pense sempre no seu perfil como se ele fosse totalmente aberto a todos. Configurações de segurança podem falhar e acabar expondo dados que você não pretendia disponibilizar.
- Fique atento: informações nas redes sociais são, em alguns casos, indexadas a ferramentas de busca online e facilmente rastreadas por terceiros.
- Sempre revise suas configurações de privacidade.
Não estou aqui para “apontar o dedo” e condenar ou amedrontar este ou aquele.
É claro que se pode compartilhar fotos e informações pessoais com familiares e amigos mais próximos. Com os demais, são aconselháveis apenas fatos corriqueiros, histórias não comprometedoras, brincadeiras inofensivas, dados e interesses profissionais, culturais e sobre formação em geral...
Enfim, não se exponha desnecessariamente, publique apenas fatos e fotos que não levem as pessoas a uma ideia distorcida a seu respeito. Afinal, você colocaria a "mão no fogo" por todos os seus contatos/seguidores? Lembre-se: discrição é a regra n.1 para quem deseja apenas desfrutar dos benefícios das redes sociais. Rede Social não é nenhum “bicho-papão”, mas exige precaução. Ou como diz um antigo provérbio: “Desconfiança e cautela são os pais da segurança”.

"Felicidade! É inútil buscá-la em qualquer outro lugar
 que não seja no calor das relações humanas...”
(Saint-Exupéry)
Christiane Lima

"Quando Um Bebê Nasce... Nasce uma Mãe"!!!


Quando um bebê decide vir ao mundo, nasce com ele uma mamãe.
Uma mãe, é mãe desde o primeiro instante. Mesmo quando a vida ainda é um minúsculo ser implantado no ventre, a gente já é mãe do coração.
Todo nosso pensamento, todo nosso cuidado se volta para esse serzinho que, tão minúsculo, já provoca emoções tão grandes.
A simples descoberta já nos traz um turbilhão de emoções inexplicáveis...
A vida nunca mais vai ser a mesma. E nos perguntamos: "será que vou ser uma boa mãe?" "Será que vou saber cuidar do meu bebê?"
Mas uma mãe não nasce mãe e não aprende a ser em escolas. Uma mãe é e isso basta.
Mãe sente, mãe adivinha, mãe aprende sofrendo, mãe sofre aprendendo.
Benditas são as mulheres! Se elas suportam uma das maiores dores, sentem sem dúvida a maior das felicidades. Uma mulher grávida é sempre algo sublime, ela tem algo de anjo e santo, uma aura invisível que reflete e ilumina seu rosto. Ela carrega nela a vida, um pedacinho dela mesma que vai um dia ter vida própria e isso é maravilhoso e assustador ao mesmo tempo.
Deve ser por isso que nos tornamos tão emotivas e choramos tão facilmente. Deve ser essa a razão de querermos estar satisfeitas em todos os nossos desejos.
Que a gravidez não é uma doença é verdade. Mas que não digam que é normal e que a pessoa pode viver normalmente, pois isso não é verdade. Todo o equilíbrio físico, psicológico e emocional fica balançado. Há ainda hoje civilizações onde as mulheres grávidas são tratadas como seres especiais e divinos.
Mãe que está descobrindo as alegrias da maternidade agora, deixa eu te dizer uma coisa: se você tem medo de não saber o suficiente para ensinar ao seu bebê os caminhos da vida, saiba que é com ele que você vai aprender a trilhar muitos desses caminhos. Viva a sua gravidez em todos os seus instantes e não se preocupe se está fazendo ou se fará as coisas certas ou erradas.
Seu coração vai te ditar, confie nele! Aproveite ao máximo cada segundo, pois cada momento é único e esse privilégio não é dado a todos.

Autor Desconecido
 
 

domingo, 19 de janeiro de 2014

"A Velha Amiga"!!!


Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. Isso independente de qualquer recordação de felicidade ou de tristeza, de tempo mais feliz, menos feliz. Saudade de nada... Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis.
Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles. A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias.
Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais. Queria ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou exprimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude.
Meu Deus, acha-me capaz de atitudes, pensa que eu me rebaixaria a isso?
Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova. Mas nós, como é que vamos ter saudades de um trapo velho que não nos cabe mais? Falam que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada.
Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir. E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, se iguala a todos.
Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade... Mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais.
Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez... De felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos.
É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo, e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. Em que se pesam os valores do mundo por uma balança emocional, com medidas embaralhadas; um quilo às vezes vale menos do que um grama; e por essas medidas, pode-se descobrir a diferença metafísica que há entre uma arroba de chumbo e uma arroba de plumas.
Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo.
Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas... Já pouco se exige... Já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos.
Um dos piores tormentos dos jovens é justamente o desapego das coisas, essa instabilidade do querer, a sede do que é novo, o tédio do possuído. E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos.
Para os jovens ela é abismo e paixão...
Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho... O cabelo branco... A preguiça... A ruga no rosto... A vista fraca... Os achaques.
Velha amiga!... Que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou.

 Rachel de Queiroz


sábado, 18 de janeiro de 2014

"Amar Alguém"!!!


Jamais soube, verdadeiramente, o que significava amar. Não o amor oferecido amigos, família, esse é fácil de distinguir, seja pela força do sangue ou pelo poder agregador da história em comum. Nunca consegui identificar os indícios da existência do amor quando o envolvido era aquele que entrava na minha vida e permanecia, mudando tantas coisas, acertando outras tão desarrumadas há tempos, adicionando complicações e prazeres. A incerteza estava sempre lá, questionando se aquilo era amor ou apenas uma sensação prolongada de satisfação que, fatalmente, acabaria. E, se acabasse, teria sido amor?
Em algum canto de mim morava a certeza totalmente romântica de que, quando se tornasse realidade, ele curaria minha ansiedade inerente e instalaria a tranquilidade tão desejada, necessária. Mas isso não aconteceu. Nunca uma pessoa apaziguou meu tumulto. Então teria sido amor?
Os fatos, tão repletos de ausência de sentido em tantos momentos, que me deixam incrédula, rancorosa, triste, seriam apenas pequenos contratempos sem importância comparados ao brilho e a dimensão que a entrada do amor daria a minha vida. Alguns homens passaram por mim, mas a ocasional frustração e raiva causadas por palavras ferinas e atos escusos, e a inevitável decepção atrelada a eles, nunca deixou de me assolar. Se a presença de nenhum deles tornou insignificante minha angústia, teria sido amor?
Jamais desejei, com urgência e paixão uterinas, ter filhos com um homem nem sonhei com uma grande mesa repleta de netos, noras e genros. Também não me imaginei, idosa, ao lado dele a passear pela rua. E me senti uma sub-espécie de mulher, isolada do resto da humanidade portadora de belos desejos a longo prazo: se nunca vislumbrei esse futuro conjunto, teria sido amor?
Demorei para aprender, mas hoje compreendo o significado de amar.
O meu significado... Amar alguém é curtir o correr dos dias ao lado dele, tirando, a cada oportunidade, o peso devastador das expectativas, porque é da leveza que nasce a harmonia. É sentir. e não saber o que faz toda a diferença, que ele precisará da minha ajuda tanto quanto eu de um ombro para descansar; que o fim não mede a beleza de uma relação, assim como a morte não anula quem fomos; que nada, nem ninguém, arrancará de mim as sensações que me fazem ser quem sou, e que precisarei, sozinha, não destruí-las, mas lidar com elas...
Entender que a obrigação de me salvar é absolutamente minha.

Autor Desconhecido

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

"A Estrada Da Vida"!!!


 O avanço tecnológico nos permite ver e localizar várias partes do mundo em tempo real. Podemos saber, com uma precisão quase exata quantos quilômetros faremos em determinado tempo. Isso nos dá segurança, nos permite planejar.
Todavia, a estrada da vida de cada um continua uma incógnita...
Planejamos, sim, mas sem poder afirmar quantos quilômetros poderemos ainda percorrer e nem o tempo que teremos para isso. Claro, esse desconhecimento do caminho não nos impede de ir adiante. Mas, por outro lado, faz por vezes que nos esqueçamos que não temos todo o tempo do mundo e vamos adiando certas pequenas coisas, talvez nem tão importantes em si, mas que nos fariam felizes.
Alguém me disse outro dia que o sonho de uma pessoa conhecida mundialmente e que deixou o mundo cedo demais era ir à Disneyland. E essa pessoa me disse:
 _ Por que será que nunca foi? Eu respondi que é por que essa pessoa sempre achava que teria tempo para isso e deixava para amanhã, para o ano próximo ou, quem sabe ainda, para a velhice. Velhice essa que nunca alcançou.
A vida é uma estrada e cada minuto passado é irrecuperável...
Cada sonho que temos, simples ou extraordinário, é um futuro que colocamos no coração... É um pedacinho de felicidade que almejamos e que, por vezes, pensamos poder deixar de lado para as outras prioridades da vida.
É possível que estejamos deixando a verdadeira felicidade para depois, como quem guarda o melhor para o fim, sem pensar que esse fim pode vir antes do que se espera ou que o cansaço da própria vida cause desânimo.
Assim, os sonhos continuam sonhos, quimeras, felicidades impossíveis, intocáveis.
E o hoje passa que nem percebemos. Dizemos que a semana correu, o mês correu, o ano correu. E nós? Permanecemos nós, carregando muitos dos nossos sonhos feito balões suspensos por uma linha, pensando que amanhã ou depois os traremos para mais perto, que poderemos tocá-los e senti-los. E nem pensamos que uma hora ou outra nossas mãos se abrem e o vento carrega a vida que não vivemos.
A estrada da vida... Mesmo se na nossa frente, continua uma incógnita...
Mas somos nós os passantes.
E se nosso sonho é uma flor, que a colhamos! Se é uma viagem, que a façamos com o maior prazer! Se é estar com alguém, que estendamos então nossas mãos e apressemos nossos passos! 
Não sei o que virá depois da próxima curva...  Mas o que sei é que antes dela, cada um deve procurar fazer-se feliz...  Depois, virá o que virá...


Letícia Thompson